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Artemis II Astronauts Share the Awe of a Total Solar Eclipse

Unforgettable moments in space that continue to inspire and connect humanity.

Artemis II Astronauts Share the Awe of a Total Solar Eclipse

Uma Experiência Inigualável no Espaço

Em sua primeira visita ao Canadá após o retorno à Terra, os astronautas da missão Artemis II abriram o jogo sobre os momentos que os deixaram atordoados e emocionados — uma experiência que muitos deles descreveram como transformadora.

No dia 6 de abril, durante a histórica viagem ao redor da lua, a equipe teve a oportunidade única de testemunhar um eclipse solar total, que durou impressionantes 53 minutos e só pôde ser visto do espaço. Apesar da magnitude do evento, o comandante da missão, Reid Wiseman, estava inicialmente focado em suas responsabilidades a bordo.

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“Enquanto o sol estava escondido atrás da lua, havia muito trabalho científico a fazer”, compartilhou Wiseman com a plateia de entusiastas do espaço. No entanto, logo ele percebeu que sua equipe estava distraída. “Rapidamente, ouvi suspiros. Ouvi, ‘Oh meu Deus.’ Ouvi, ‘Não consigo acreditar nisso.’”

Mesmo comprometido com suas tarefas, Wiseman não pôde deixar de se aventurar até o túnel de acoplamento, onde seu colega piloto, Victor Glover, o convidou a espiar através da janela. O cenário era impressionante: a lua como um navio fantasma, envolta pela radiação solar, enquanto a luz da Terra refletida deixava a lua com um brilho sobrenatural.

“Acho que a mente humana não evoluiu o suficiente para compreender o que estamos vendo”, lembrou Wiseman, ao que Glover, com sua típica calmaria, respondeu: “Acabamos de viver um filme de ficção científica.”

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A Importância da Colaboração Internacional

Os astronautas também discutiram a importância da colaboração internacional, destacando a participação da Agência Espacial Canadense (CSA). Durante uma interação lúdica com o público, Glover mencionou como um doce canadense, o biscoito de bordo de maple, foi vital durante os momentos em que estavam fora de contato com a Terra.

“Uma das coisas que decidimos fazer foi ter um biscoito de maple”, disse Glover, provocando risadas da plateia. Esse toque de alegria ajudou a manter a moral alta durante a missão, representando como pequenos gestos podem ter um grande impacto em equipe.

A hora de perguntas do público proporcionou momentos adoráveis, como quando uma fã agradeceu a Christina Koch pela famosa selfie na qual seu cabelo trançado flutua na gravidade zero. Koch, que estabeleceu o recorde de maior tempo de voo consecutivo no espaço por uma mulher, revelou considerar a imagem como algo efêmero até entender seu impacto emocional na Terra.

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Conectando a Humanidade Através da Esperança

A não realização da magnitude de sua influência na Terra até conversas com seus entes queridos trouxe lágrimas a Koch. “Até aquele ponto na missão, pensávamos que só algumas pessoas no Controle de Missão e no nosso círculo próximo estavam assistindo às transmissões”, contou. A conexão emocional que a equipe queria transmitir era profundamente compreendida pelo público aqui na Terra, afirmando que a humanidade compartilhada é o que realmente importa.

Jeremy Hansen, o primeiro não americano a deixar a órbita baixa da Terra, reforçou essa mensagem ao recordar o que ele chamou de “trem da alegria”, que sublinha a importância de encontrar alegria em experiências, mesmo quando enfrentamos desafios. “Quando as coisas ficam difíceis entre a equipe, aprendemos a voltar ao trem da alegria”, disse Hansen, chamando à ação não apenas sua equipe, mas também a sociedade como um todo.

O encontro público no Centro Nacional de Artes em Ottawa destacou não só a bravura e as realizações da Artemis II, mas também a importância da união e do apoio mútuo, ecoando um chamado à colaboração e à celebração das experiências que nos tornam humanos.

Escrito por Equipe Portal CTMC