Pam Bondi Invokes Privilege in Epstein Files Inquiry
Former Attorney General Stays Silent on Trump's Involvement During Congressional Testimony

Introdução ao Congresso e os Arquivos Epstein
No último dia 29 de maio de 2026, a ex-procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi, compareceu a uma audiência fechada da Comissão de Supervisão da Câmara, onde foi questionada sobre as interações do ex-presidente Donald Trump em relação ao lançamento dos arquivos do Departamento de Justiça (DOJ) sobre Jeffrey Epstein. Durante seu depoimento, Bondi exerceu o privilégio e se recusou a responder perguntas sobre um tema controverso que continua a refletir na política americana.
O Silêncio Estratégico de Bondi
Bondi repetidamente se negou a comentar se Trump havia instruído ou não qualquer funcionário do DOJ a tomar ações sobre os arquivos, embora tenha mencionado que ele ordenou uma investigação sobre democratas influentes. Ela também se absteve de afirmar se havia informado Trump que seu nome apareceria repetidamente nos arquivos, antes da aprovação da Lei de Transparência dos Arquivos Epstein, em novembro.
"Não vou discutir nenhuma conversa que tive ou não tive com o presidente dos Estados Unidos," enfatizou Bondi em seu depoimento, refletido nas anotações da comissão.

A Resposta da Equipe do DOJ
Durante a audiência, Bondi foi acompanhada pela assistente do procurador geral, Harmeet Dhillon, que também fez questão de não dar respostas sobre algumas questões.
"Vocês não terão respostas sobre esses assuntos," disse Dhillon, ressabiando as perguntas enquanto defendia o interesse do DOJ.
Responsabilidade sobre o Lançamento dos Arquivos
Apesar de sua posição de supervisão, Bondi se distanciou da gestão diária do lançamento dos arquivos. Ela atribuiu a responsabilidade ao ex-vice-procurador geral Todd Blanche, mencionando que ele foi quem liderou o caso Epstein desde o princípio. Após sua saída do cargo, Trump nomeou Blanche como chefe interino do DOJ.

O Papel de Todd Blanche
Bondi definiu claramente que Blanche foi o responsável pela seleção de advogados que revisaram os arquivos para liberação e pela aprovação do processo de redação que manteve alguns documentos sob sigilo.
Nas conversas sobre o famoso comunicado que afirmava que "não houve a revelação de um 'lista de clientes' incriminatória," Bondi refrescou a memória da comissão, dizendo: "Eu não tive papel na emissão desta declaração. Acredito que isso foi feito pelo vice-procurador geral Blanche em conjunto com o FBI."
Declarações Conflitantes e as Reações
A aprovação da Lei de Transparência dos Arquivos Epstein, e as discussões que se seguiram, geraram um terreno fértil para controvérsias. O deputado Robert Garcia (D-Calif) criticou Bondi fora da sala, insinuando que ela estava "culpando" Blanche pela gestão problemática dos arquivos, no qual ela respondeu defendendo seu ex-deputado, elogiando-o como "um dos melhores em sua profissão".

Um Olhar Futuro na Transparência e Justiça
À medida que os casos envolvendo Epstein continuam a provocar debates, é evidente que a luta por transparência e responsabilidade na política americana continua complexa e cheia de nuances. O testemunho de pessoas como Pam Bondi pode moldar não apenas a história do caso Epstein, mas também a forma como as próximas gerações entenderão a justiça e o poder no contexto das interações políticas.